terça-feira, 28 de setembro de 2010

Fogo no horizonte

O barulho do vento em minha janela me acordou de um pesadelo. Já era manhã, mas o dia estava escuro.
Peguei o carro, o vento combinava perfeitamente com minha velocidade.
As ruas estavam vazias, o ar estava frio. A solidão tomou conta da cidade. Eu parei. De olho no horizonte eu parei o carro. Desci. O vento chicoteava o cabelo contra meu rosto.
Sentei-me naquele banco. Vi o horizonte pegando fogo sob um sol vermelho. Eu fechei os olhos, não estava mais aqui.

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